Como Gary Halbert Viu 400 Milhões De Dólares Indo Para O Ralo

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  1. Cara, demorei um tempinho lendo esse Artigo mas com certeza valeu a pena! Valeu Brunão por sempre entregando o melhor do melhor (e me ajudando a estudar copywriting hihi). Adorei a história e as analogias (principalmente da mulher e a heroína).

    O que eu achei revolucionário (para minha cabecinha de mini copywriter):
    1. Naquela época já havia um cuidado com a mensagem de vendas para ela não parecer um anúncio, então a importância disso hoje é enorme.

    2. Achei genial como o Gary transformou termos científicos em palavras emocionais e tangíveis, mostrando o impacto real e fazendo o leitor se imaginar ali.

    3. O cuidado que o Gary teve com o canal que ele usar (O jornal IBD) para divulgar a mensagem de vendas (Acho que hoje seria o equivalente a escolher um Influencer para anunciar sua marca)

    4. “Copy não salva uma empresa bagunçada” foi a maior lição que eu tirei daqui, por que é algo que eu nunca tinha pensado (copy + empresa). Geralmente pensamos mais em fazer o nosso trabalho direito, mas acho que não dedicamos um tempo para pensar se ele pode dar errado por causa de outra pessoa.

    5. Achei curiosa a estrutura desse anúncio, pois foi somente problema, problema, problema, para depois alivar a dor da pessoa (Achei que ele não ia parar, até eu tava quase explodindo kkk). E também ele antecipou muito rápido as objeções, eu nem tive tempo de pensar nelas (mas pensando bem, isso fez a conclusão inevitável chegar mais rápido).

    Enfim, desculpa o texto grande, é para reforçar meu conhecimento e para mostrar que eu adoro esses artigos (VOTE SIM PARA MAIS ARTIGOS!!!).

  2. Gabriel Piva disse:

    Os copys do Gary ensinam a importância de chacoalhar as emoções do leitor até ele ficar desesperado de medo “água suja, cheio de bichos nojentos” e entregar a solução mágica para o leitor desesperado. Gostei também das lições sobre nichar e qualificar o público leitor para ter mais lucro com a copy. Não adianta vender o melhor cachorro quente do mundo para quem está de barriga cheia.

  3. Poshaw disse:

    Muito bão!

    Garyzinho soube ancorar desde o início o valor da oportunidade.

    Sem mencionar os números dos ganhos que o investidor poderia ter… ele foi soltando ao longo do copy várias pílulas, para que o próprio leitor fizesse a conexão do quão aquele produto poderia ser uma oportunidade de mercado.

    Entenda, os investidores até curtem a “inovação”… mas, estão interessados mesmo é se isso tem mercado consumidor e se o produto seria competitivo, e Gary mostra que tem e tem muito.