Copy em texto para o nicho de estética e beleza. A carta tem mulheres como público-alvo e em sua headline utiliza um forte gancho que cita um “hormônio perigoso”, em produtos comuns para os cílios. Logo em seguida ilustra que esse hormônio pode causar a queda intensiva dos cílios.
Esse é um exemplo de uma grande headline que consegue em poucas palavras gerar curiosidade e interesse, deixando o leitor intrigado e querendo saber mais.
O copy utiliza diversas técnicas interessantes, criando principalmente uma narrativa que aproxima o leitor ao gerar conexões ilustrando situações comuns para o público-alvo. Isso reforça a importância de saber quem são as pessoas que podem comprar o seu produto antes de criar um copy. Se você não conhece o seu público, não será capaz de vender para ele.
É uma carta bem longa, mas muito bem estruturada e uma excelente referência para este tipo de produto e nicho. Você pode ver a página original, em inglês, clicando aqui.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.