Um copy em texto de Gary Halbert, escrito em 1974 para o nicho de Saúde. O anúncio começa com uma headline curiosa, afirmando que a China revela um antigo segredo de saúde que pode manter o leitor jovem.
O anúncio começa com um fato lamentável sobre o americano médio: ele só faz exercícios caminhando de casa para o carro.
A tecnologia lida com todas as suas tarefas em cima disso. Gary usa a estatística de que 80% dos americanos estão acima do peso para apoiar sua afirmação de que 165.000 americanos morrem de doenças cardíacas a cada ano.
Gary também aborda os pontos problemáticos de tentar dietas e falhar, exercitar-se sem resultados e sentir-se muito cansado dos treinos.
Ele apresenta os monges taoístas da China antiga e o que eles descobriram há 1.300 anos… a descoberta de uma maneira de exercitar todo o corpo em apenas alguns minutos.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.