Anúncio em vídeo para YouTube de um produto da marca LadyBoss, uma espécie de proteína em pó direcionada para mães que precisam de suplementação alimentar, mas não têm tempo para refeições complexas.
O anúncio carrega um tom bem-humorado, gerando empatia com o público-alvo ao explorar problemas semelhantes.
A apresentadora também se coloca como “uma delas”, não sendo apenas uma pessoa qualquer ilustrando um problema, mas alguém que está dando um conselho de amiga, principalmente ao indicar que ela mesma resolveu criar o produto depois de se cansar das alternativas ruins disponíveis no mercado.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.