Aqui temos um anúncio da marca Silver Purr, especializada em criar peças de joias personalizadas para donos de pets. Nesse copy, podemos ver um exemplo claro de escrita com tom emocional, que se apoia em uma história triste e comovente de um dono que perdeu seu animal de estimação.
O produto é apresentado como algo que pode trazer conforto e aliviar as dores do público-alvo. O uso do recurso emocional aumenta a chance de conexão com o público, consequentemente ampliando seu interesse pelo produto e as chances de aceitação da oferta.
Perceba que a oferta não é especificamente o colar, mas sim uma maneira de manter viva a memória do pet. O produto é só um meio para isso acontecer.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.