Anúncio em vídeo para o YouTube do curso de guitarra de Paul Davids, do nicho de música e com guitarristas e músicos como público alvo.
O vídeo foca principalmente em demonstrar alguns trechos de pessoas tocando o instrumento, além de servir de apresentação para o guru.
No nicho de música, os exemplos são muito mais eficazes, sendo assim, o texto do copy entra em segundo plano, como um apoio e reforço para levar o usuário a tomar uma ação.
Já no início do anúncio, Paul indica que o curso é para guitarristas intermediários e faz a ponte com o fato de que podem se tornar guitarristas avançados. Além de nivelar e isolar o público alvo, ele dá uma rápida pista do que o seu produto pode oferecer.
Focando em pontos desejáveis até para pessoas já habituadas com o instrumento: “tocar de ouvido e pelo sentimento […] traduzindo a música da sua cabeça para a guitarra” e em seguida descrevendo como isso pode ser alcançado através da sua tutoria.
Em momento algum ao longo do anúncio preços são mencionados, o que sustenta a atmosfera amigável “de um músico para o outro” que também é reforçada por frases como “eu vou amar te ajudar” e “centenas de estudantes já se divertiram muito com o curso”. A escolha de não mencionar preços se mantém até mesmo no momento do Call to action, onde o espectador é somente convidado a conhecer mais “para pegar os detalhes e se inscrever […]”.
O anúncio está conectado a uma página de vendas bem completa, que pode ser vista clicando aqui: Eleve Seu Nível De Tocar A Guitarra.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.