Copy aplicado em um e-mail enviado pela Banyan Hill Publishing para o nicho de finanças.
Este é um exemplo interessante de uma mensagem que começa “por baixo” e usa esse recurso para gerar curiosidade. Por ter uma estrutura inicial humilde e modesta, isso reduz a resistência do leitor, que segue intrigado.
Uma vez com a atenção do leitor capturada, ele coloca a oferta à frente de uma maneira interessante e irresistível.
Esse tipo de estrutura pode ser facilmente replicado em diferentes contextos e nichos, veja alguns exemplos abaixo.
Exemplos de Aplicações em Outros Nichos:
- Saúde: “Peço desculpas por não compartilhar isso antes, mas o nosso novo suplemento de saúde não apenas melhorou os níveis de energia de nossos clientes – superou todas as expectativas, com relatos de melhora significativa na qualidade do sono e redução de estresse.”
- Tecnologia: “Desculpe por subestimar nosso app. Eu acreditei que ele facilitaria seu dia a dia, mas os clientes estão nos dizendo que revolucionou completamente suas vidas.”
- Educação: “Eu devo admitir que não acreditei no impacto deste curso. Pensei que ele ajudaria nas carreiras, mas os alunos estão sendo promovidos em tempo recorde. Desculpe por não te mostrar isso antes.”
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As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.