Copy aplicado em um e-mail, enviado por Adam O’Dell da Banyan Hill Publishing para o nicho de finanças. A mensagem começa de maneira promissora e otimista, ao dizer que 2024 será um ano de grande sucesso. Este início positivo serve para capturar imediatamente a atenção do leitor.
O e-mail então avança para apresentar uma oferta exclusiva: a oportunidade de aderir à consultoria de negociação de elite, que oferece acesso a recomendações comerciais privilegiadas e a uma estratégia única de lucros rápidos. A inclusão de resultados relevantes de ganhos passados atua como prova social eficaz, aumentando a credibilidade da oferta.
Veja abaixo exemplos de adaptação em outros nichos:
- Bem-Estar e Fitness: “Prepare-se para o ano mais saudável de sua vida. Nossa nova plataforma de fitness oferece treinos personalizados e orientação nutricional para resultados rápidos e duradouros. Veja transformações incríveis como a perda de 20% de gordura corporal em apenas 3 meses!”
- Educação Online: “2024 é o ano de avanço na sua educação. Com nosso novo programa de aprendizado online, você terá acesso a cursos exclusivos que já ajudaram milhares de pessoas como você a aumentos salariais desejados por tanto tempo.”
Nos dois esses exemplos, a estrutura do copy segue a mesma lógica de criar expectativa e entusiasmo para o ano novo, seguida por uma oferta atraente e uma chamada para ação urgente para capturar a atenção e motivar a ação do leitor.
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As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.