Olá, pessoal!
Hoje teremos uma entrevista um tanto inusitada…
amos conversar com Carla Pereira Azul, até o ano passado uma pessoa comum, que talvez você nem cumprimentasse ao cruzar na rua…
Um ano depois, no entanto, um simples passeio já pode render algumas selfies com fãs…
Bom dia, Carla!
— Bom dia, Samantha!
Carla, indo direto ao ponto: nos conte como, do nada, você decidiu que não queria mais um emprego formal, pediu demissão após 10 anos como bancária e passou a viver de “dancinhas do TikTok”?
— Hahaha, na verdade, eu nem faço tantas dancinhas no TikTok (na maior parte do tempo).
Já fiz, claro, mas hoje meu negócio não é bem esse.
Minha mãe costuma dizer isso por não entender muito bem esse mundo.
E, sinceramente? Eu adoro a ideia, faz parecer mais fácil do que realmente é!
Então, Carla, o que exatamente você faz no TikTok?
— Bom, há mais ou menos seis meses, eu precisava de um casaco que não encontrava em lugar nenhum. Num momento de procrastinação no banheiro, rolando o feed, vi uma moça mostrando em detalhes exatamente a jaqueta que eu queria.
Naquele momento, prestei atenção em cada palavra que ela dizia sobre o produto e, cerca de cinco minutos depois, eu já tinha parcelado a compra em 12 vezes. Isso me deixou com uma pulga atrás da orelha…
Se fosse em uma loja física, provavelmente eu levaria uns 30 minutos para decidir…
Mas, ao ver o vídeo dela, levei apenas cinco!
Então resolvi abrir o perfil dela e entender como eu, que sou super criteriosa para comprar, fui convencida tão rápido.
Ao entrar no perfil, percebi que a jaqueta foi uma coincidência, ela tinha uns 100 vídeos mostrando diversos produtos!
Então veio a dúvida: como ela comprava tantos produtos apenas para mostrar em vídeo, sem cobrar nada de ninguém?
Foi aí que a curiosidade me trouxe até onde estou hoje.
— Conte mais, Carla…
— Depois de muita pesquisa, descobri que ela nem pagava pelos produtos. Pelo contrário, ganhava! E, a cada compra feita pelo link dela (como eu fiz), ela recebia uma comissão!
Fiquei abismada! Não acreditava que alguém pudesse “ganhar” produtos e ainda receber para falar deles. Quis entender mais a fundo, e descobri que não era tão simples assim.
Eu decidi testar como funcionava de curiosidade, separei algumas roupas e comecei a narrar mostrando cada uma, sem eu aparecer…
Depois de três meses tentando dessa forma, finalmente decidi mostrar meu rosto. Como ainda não tinha patrocinadores, comprei alguns produtos eu mesma para fazer os reviews.
Vou resumir bastante e ir para a parte mais interessante, ok?
No primeiro mês, fiz três vendas com meu link de afiliada. No segundo, já dobrei esse número.
Mas foi no terceiro mês que tudo mudou…
Eu já tinha feito vídeos de mais de 20 produtos, de todos os nichos. Até que postei um vídeo simples sobre uma maleta de maquiagem, e ele viralizou! Nesse mês, fiz mais de 300 vendas!
A partir daí, as marcas começaram a me procurar e enviar produtos…
Resumindo tudo isso…
Depois de sete meses, pedi demissão do meu emprego. E, só neste mês, já ganhei o equivalente ao que recebia em um ano como bancária!
— Nossa, Carla! Parabéns pela iniciativa! Nem todo mundo teria essa coragem!
— Eu sei! Mas, para mim, acabou sendo um caminho óbvio. Em um ano fazendo isso, ganhei o que demoraria 12 anos para juntar no meu antigo emprego. Então, não fazia mais sentido continuar.
Meninas, sei que parece fácil da forma como estou contando, mas não foi, tá?
Não quero iludir ninguém. Dei sorte? Talvez sim. Mas lutei muito!
Virei noites estudando sobre produtos, estratégias, métodos para atrair marcas e até mesmo para viralizar meus vídeos.
— E se você pudesse dar um conselho simples para quem quer trabalhar com isso, qual seria?
— Olha, vou dar dois…
O primeiro: não tenha vergonha!
Nos primeiros vídeos, a timidez bate forte. O medo do julgamento, então? Nem se fala! Mas tenha coragem e siga em frente!
— E o segundo?
— O segundo é: corte caminhos! Você não precisa passar por tudo que eu passei.
E agora é a hora de vender meu peixe, tudo bem?
— Claro! Estou curiosa, kkkk.
— Hahaha, então vamos lá…
Estou ensinando algumas meninas do meu convívio a trabalharem da mesma forma que eu. E, das três que começaram, as três já estão ganhando o mesmo, ou até mais, que em seus empregos formais. E isso em apenas dois meses.
Por sugestão delas, decidi ensinar mais pessoas online. Assim, mais meninas podem entrar nesse mercado, o que atrai mais marcas, mais patrocinadores… e mais dinheiro para todas nós. Todo mundo ganha.
— Adorei sua sinceridade!
Então, daqui a dois dias, vou dar duas aulas gratuitas, só para mostrar o que eu faço. Depois disso, sim, vou vender um curso. Mas já adianto: nada de “âncoras de preço”. Vai custar apenas 97 reais.
As aulas iniciais são para você entender como funciona e ver se é para você.
Não adianta pagar 97 reais e depois descobrir que não é o seu perfil. Basta procurar meu Instagram, lá tem um link para se cadastrar e assistir às aulas.
— Pessoal, vou deixar aqui embaixo também o link do perfil da Carla para quem estiver assistindo a essa entrevista. Eu mesma vou me inscrever, fiquei curiosa!
— Isso! E eu sou a prova viva de que dá certo e vale a pena.
Se você gosta de se gravar e aparecer, como eu, vai amar trabalhar todos os dias. Só cuidado para não passar a semana inteira focada só no trabalho, viu?
— Meninas, entrem aqui no link e se cadastrem!
Carla, muito obrigada pela entrevista.
E para você que não gosta do seu emprego, ou está em busca de uma renda extra, clique aqui embaixo!