Porque a REURB não termina após os documentos entregues no cartório?

Depois do levantamento de área, é que realmente começa o trabalho do topógrafo.

Sim, fazer um drone sobrevoar uma propriedade, ou andar com um aparelho coletando pontos por aí, é fácil. Depois é que vem a parte chata e que ninguém vê.

Desenho, elaboração de documentos, coleta de dados, verificação, correção. A lista é gigante até a entrega no cartório.

Acontece que, para o topógrafo que faz REURB, a coisa não termina com o protocolo. Para ser sincera, é aí que começa a parte que todo mundo tem ignorado.

Você entregou tudo. O processo foi homologado. Mas os registros não chegaram às mãos dos clientes.

Ali do lado, naquela mesma área onde você passou meses trabalhando, tem quarenta famílias sem escritura que nem sabem que você existe. O cliente que você atendeu não te indicou porque não sabe explicar o que você faz. E você, que domina cada etapa técnica do processo, não sabe como chegar nessas pessoas sem parecer que está pedindo favor.

Isso não é falta de competência. É falta de uma coisa que nunca te ensinaram.

Ninguém na faculdade explica que o morador irregular não acorda pensando em REURB. Ele acorda pensando que não consegue vender a casa, que o banco negou o financiamento, que vai morrer sem deixar nada no nome pros filhos.

O problema dele não tem nome técnico. Mas tem um peso que ele carrega todo dia.

E, enquanto você não falar sobre esse peso, você vai continuar sendo o profissional que fez um trabalho excelente que ninguém consegue recomendar direito.

Aí vem a parte que parece simples demais depois de tudo que você já fez.

Vender.

Não do jeito do mascate nordestino, batendo de porta em porta com folheto na mão. Mas construindo o desejo do seu cliente antes mesmo que as peças técnicas cheguem em cartório.

A ferramenta pra isso se chama criação de conteúdo. E não, não é entrar nas trends que aparecem toda semana no seu feed. Essas só servem pra afugentar quem você quer atrair.

Criar conteúdo é conversar com a dor do seu cliente. Entender onde está a ferida e mostrar que você tem o que cura.

Quando você aparece falando sobre o que o morador sente antes de falar sobre o que você entrega, você para de ser mais um profissional técnico e começa a ser a única pessoa que entendeu o problema dele.

E aí o telefone toca antes do protocolo.

Se você chegou até aqui reconhecendo cada parte dessa história, provavelmente já sabe que o problema não é técnico.

Você só nunca teve alguém que te mostrasse como transformar o que você já sabe em algo que o cliente consegue sentir antes de contratar.

É isso que eu faço.

Se quiser entender como isso funcionaria pro seu negócio, me chama.

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