Copy de Max Sackheim para o nicho de Alimentos, em 1921. A estrutura do copy segue como uma carta escrita pelo próprio pescador para o leitor.
O anúncio mostra a estranheza do Sr. Davis ao escrever uma carta para vender seu peixe.
Davis confessa que não é escritor nem publicitário – ele é um simples pescador: confortável em puxar vela e escolher o melhor peixe para pescar, mas não em escrever uma carta para vender peixe. Ele até questiona se o que sabe sobre pesca pode beneficiá-lo do ponto de vista empresarial.
A carta é desarmante. Você pode sentir um homem honesto mostrando sua vulnerabilidade. Mostrando suas fraquezas.
Esse cara não quer ganhar dinheiro rápido. Ele só quer ganhar a vida. E ele espera que você o ajude comprando alguns de seus peixes.
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As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.