Copy em texto para um anúncio de 1921, provavelmente escrito por Lillian E. Watson. Seguindo o seu estilo de escrita, o copy exibe uma série de questionamentos, gerando dúvidas no leitor.
O objetivo do copy é vender um livro de boas maneiras, algo relevante na época e a alta frequência de perguntas provoca reflexões no leitor. Mesmo que ele tenha confiança de que é uma pessoa com bons comportamentos, alguma coisa pode estar errada e talvez seja melhor não correr aquele risco.
O livro em questão é a possível solução para esse problema. Outros copys da Nelson DoubleDay, escritos por Lillian, seguem a mesma lógica.
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O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.