Copy aplicado em uma VSL de uma nova campanha de Billy Gene, um especialista em marketing digital nos Estados Unidos.
A abertura do vídeo é projetada para chamar a atenção, usando a analogia da fita que representa 100 anos de vida para criar um senso de urgência e reflexão sobre o tempo de vida e como o utilizamos.
O texto se conecta com as preocupações comuns do público-alvo – insatisfação com o trabalho atual, desejo de mais tempo com a família, e preocupações financeiras – estabelecendo uma conexão emocional.
O copy claramente identifica um problema (trabalho insatisfatório, falta de tempo e dinheiro) e se posiciona como uma solução promissora (usar IA e marketing digital para criar um fluxo de renda).
O autor estabelece sua credibilidade, mencionando sua experiência e sucesso no marketing digital, parcerias com grandes marcas, e a influência global. Ao final, podemos ver várias declarações positivas de pessoas que supostamente tiveram sucesso com o programa, aumentando a credibilidade da oferta. Você pode ver a página original clicando aqui.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.