Copy em texto aplicado em um pequeno anúncio para uma obscura marca de cosméticos chamada “Marie Davant”. O destaque aqui está pelo modelo de oferta direta, com a headline com apenas uma única palavra, chamando atenção imediata para o problema que o produto promete resolver.
O anúncio apareceu por muitos anos nos principais jornais americanos, sempre misturado entre notícias e reportagens. A sua headline de apenas uma única palavra captava imediata atenção justamente pela quebra de padrão. Note que estamos falando de um anúncio da década de 60. Com isso, podemos observar a importância da quebra de padrão.
Todo mundo está fazendo alguma coisa? Faça algo totalmente oposto e analise o impacto.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.