Copy em texto aplicado em um advertorial anunciando uma fronha de seda. O copy se apoia em uma história de uma pessoa que viu uma mulher usando o produto dentro de um avião e a forma como o cabelo estava saudável e intocado a chamou atenção.
Este é um exemplo onde o copy destaca o principal atributo do produto, no caso a seda, que proporciona uma superfície suave que reduz o atrito entre o cabelo e o travesseiro, ajudando a prevenir o frizz e o emaranhamento durante a noite.
Essa abordagem torna a oferta muito mais interessante do que se fosse simplesmente anunciado como um novo travesseiro. Podemos ver algo similar feito por Eugene Schwartz no copy: Jogue Fora O Seu Travesseiro.
Este é um “modelo de confissão” usado em advertorial, onde o personagem principal narra a sua experiência pessoal de quais problemas ele sofria, como conheceu o produto e experimentou a sua transformação.
Esse anúncio em específico tem foco no público-alvo feminino, mas existem algumas variações desse copy para outros tipos de público como família, homens e pessoas com alergias. Todos seguem a mesma lógica de depoimento/confissão.
Na aula “Advertorial: Um Dos Formatos Mais Lucrativos do Copywriting“, eu falo mais sobre alguns exemplos de advertorials como esse.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.