Copy em texto utilizado em uma carta enviada a potenciais clientes do The Wall Street Journal. Escrito por um copywriter freelancer chamado Martin Conroy, o anúncio se tornou extremamente famoso e relevante ao longo de várias décadas, desde a sua primeira versão em 1975. Martin faleceu em 2006.
Até os dias de hoje, essa carta é utilizada em cursos e treinamentos sobre copywriting e é considerada “A Maior Carta de Vendas da História”, tendo gerado mais de 2 bilhões em receita de assinaturas. A estrutura permaneceu a mesma ao longo dos anos, com pequenos ajustes e melhorias pontuais.
Muitos associam a estrutura dessa carta aos anúncios criados para o “Alexander Hamilton Institute“, devido a ideias similares em algumas campanhas.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.