Copy em texto utilizado em uma carta enviada a potenciais clientes do The Wall Street Journal. Escrito por um copywriter freelancer chamado Martin Conroy, o anúncio se tornou extremamente famoso e relevante ao longo de várias décadas, desde a sua primeira versão em 1975. Martin faleceu em 2006.
Até os dias de hoje, essa carta é utilizada em cursos e treinamentos sobre copywriting e é considerada “A Maior Carta de Vendas da História”, tendo gerado mais de 2 bilhões em receita de assinaturas. A estrutura permaneceu a mesma ao longo dos anos, com pequenos ajustes e melhorias pontuais.
Muitos associam a estrutura dessa carta aos anúncios criados para o “Alexander Hamilton Institute“, devido a ideias similares em algumas campanhas.
As pessoas também perguntam
Este anúncio parece se encaixar no 2º nível da escala de consciência: “Consciente do Problema”.
Ele destaca a importância do conhecimento para o sucesso nos negócios e sugere que a falta desse conhecimento pode ser um problema enfrentado pelo público-alvo.
O anúncio busca conscientizar os leitores sobre a relevância do Wall Street Journal como uma fonte de conhecimento para ajudá-los a superar esse problema.
A emoção dominante aplicada pelo autor no texto parece ser o desejo de sucesso e realização profissional, dois elementos importantes para o público-alvo.
Um mecanismo único neste anúncio é a narrativa pessoal e envolvente usada para descrever a diferença entre os dois colegas de faculdade e como o conhecimento adquirido fez a diferença em suas carreiras.
Que copy maravilhosa! O fechamento dá aquela sensação de “É isso mesmo que eu quero!”
Curto muito essa copy. Ela vende sem parecer chata. Você termina a carta com a sensação de que leu uma história e aprendeu uma lição legal (apesar da oferta). Lead indireto.
Muito interessante o lead usado nessa carta de vendas: curioso e sutil, o leitor nem percebe que está sendo conduzido a uma oferta.
Já copiei essa carta de vendas toda no meu caderno, simplesmente sensacional a maneira em que ele aborda o assunto. muito bom.
Interessante como ele abre em de uma forma leve e lúdico, praticamente um “era uma vez”. Não tem cara de anúncio.
Em dado momento, ele abre a oferta e deixa a história em aberto para fechar somente no final.
Essa carta é o básico bem feito que vendeu muito mais do que eu possa imaginar