Copy de 1972, por Eugene Schwartz para a Boardroom Publications. Nesta carta, Eugene sugere que o leitor será capaz de absorver as informações de 300 revistas em apenas 30 minutos, por meio de um serviço que condensa e compila o que há de mais relevante no mercado.
Além do gancho inusitado, que cita um número exagerado para captar atenção, o copy se apoia principalmente em argumentos de que o leitor poderá ter acesso a informações restritas para poucas pessoas, privilegiadas e que podem resultar em tomadas de decisões eficientes para o futuro.
Realizamos uma análise em vídeo com os membros do Swiper e a presença de Affonzo Martino, editor-chefe do Swipe Club. Você pode assistir ao vídeo no player acima ou, se preferir, acompanhar a tradução com as anotações na caixa inferior.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.