Este anúncio foi enviado através de uma carta no modelo antigo, mas acredite – é uma campanha de agosto de 2024. A empresa Bottom Line Inc. ainda envia algumas campanhas no formato de “mala direta”, ou seja, milhares de cartas entregues na caixa postal de cada potencial cliente.
Apesar de ser uma campanha recente, este é um exemplo de peça de marketing direto, especificamente uma carta de venda com o objetivo de convencer o leitor a assinar uma publicação, no caso, a revista Bottom Line Health, e a receber um livro gratuito chamado “Breakthroughs In Health And Healing“.
O objetivo central do copy é capturar a atenção do leitor com promessas de descobertas médicas inovadoras e alternativas eficazes para melhorar a saúde, oferecendo um livro gratuito e três edições grátis da revista como incentivo para uma possível assinatura futura.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.