Copy em vídeo (Video Sales Letter) no formato “how-to” (como fazer), que promete apresentar “a linguagem criptografada que pode hackear a mente das mulheres”.
O copy é direcionado para homens acima de 20 anos de idade e que estão procurando um relacionamento.
O copy também reforça a imagem da guru Kate Spring, e faz o uso de setas, contornos e argumentos de devolução do dinheiro em caso de insatisfação do cliente na compra do produto.
Durante o vídeo é possível ver a técnica utilizada de criar um story telling através de uma história em formato de desenho animado, narrada pela guru. O copy também faz uso de argumentos que geram inveja e curiosidade na pessoa que está assistindo.
O uso de depoimentos em áudio aparecem ao final e tendem a aumentar a credibilidade do produto, demonstrando a experiência de outras pessoas que o compraram, e o uso legendas ajudam o usuário a absorver a carta de vendas mesmo se estiver sem um fone disponível no momento.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.