Esse é um daqueles casos de copys que me fazem entender a beleza do copywriting. É realmente possível vender qualquer coisa, desde que você conheça o público alvo, identifique uma demanda e consiga convencê-los a tomar uma ação.
Aqui vemos um copy em texto de 1951, um modelo de oferta direta, anunciando um produto que de certa forma é inusitado, mas a criatividade do autor consegue convencer você a acreditar que aquilo realmente é possível, e mais do que isso, desejar ter aquele produto.
Este não é apenas um dos copys de alimentos que poderá encontrar, mas também demonstra como um bom texto pode despertar curiosidade e empolgação pelo produto.
Se você gostar desse copy, você também pode se interessar por “Quando meu médico magro riu de mim” e “Eles riram de mim quando sentei para tocar o piano“.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.