Esse é um excelente exemplo de como atingir um público que ainda não conhece o problema de verdade. O anúncio foca em educar antes de vender.
Você não pode vender uma solução para um problema do qual as pessoas não estão cientes.
A PetLab entende essa dinâmica e adota a abordagem correta. Primeiro, eles identificam os sinais de problemas nas orelhas dos cães, como sacudir a cabeça, orelhas com mau cheiro e coceiras.
Em seguida, explicam que a causa geralmente está relacionada a um desequilíbrio intestinal.
Somente depois de conscientizar o público sobre o problema é que eles apresentam a solução: os petiscos imunológicos para alergias. Eles destacam os benefícios de reequilibrar o intestino com boas bactérias e compartilham depoimentos de donos satisfeitos.
Ao tornar os donos de cães cientes do problema, a marca cria uma necessidade por sua solução. Eles não tentam simplesmente vender um produto, mas oferecem conhecimento valioso antes disso.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.