O semi analfabeto que ganhava milhões – escrevendo…

Exercício baseado na publicação: Como Escrever Com Estilo

Caro leitor, só pelo fato de você estar aqui agora, já dá pra perceber: você não faz parte daquele grupo que ignora o poder das palavras…

Talvez tenha o ensino fundamental completo. Ou o médio. Quem sabe até um diploma universitário.

Talvez seja um leitor voraz… estou diante de um fã de Tolkien? Ou de Dostoiévski?

E, no fundo, talvez até se pareça um pouco com os personagens do próprio Dostoiévski. Sempre lutando financeiramente, como o próprio autor.

Mas bastava um livro… e sua vida dava uma guinada. Precisava de dinheiro? Dostoiévski escrevia.

Mas não estou aqui pra falar do mestre russo, cuja história, apesar de ser um gênio, é mais trágica do que feliz.

Quero te contar sobre alguém que se tornou um grande amigo…

Um cara que, assim como eu e você, queria ganhar dinheiro com palavras.

Só tinha um pequeno problema: ele mal sabia ler.

Veio do interior. Viveu uma vida inteira no trabalho manual. Quando nos conhecemos, já beirava os 40.

Sabia plantar. Sabia colher. Sabia vender…

Mas não sabia escrever. Pelo menos, não do jeito “certo”.

E é aqui que eu te provoco:

Você ainda acredita que precisa escrever “bonito” pra ganhar dinheiro com palavras?

Acha mesmo que tem que dominar todas as regras da gramática, saber onde colocar vírgulas, usar o “porque” correto?

Olha… se o seu sonho é ser jornalista, ou professor de português, tudo bem.

Mas se o seu objetivo é escrever cartas de vendas, deixa eu te contar uma verdade que talvez mude sua vida:

Copy não vende por ser perfeita: Copy vende por ser sentida!

Você não chora lendo artigo científico.

Você chora lendo uma história de superação. Ou de dor. Ou de vitória.

Você não se arrepia com dados técnicos.

Você se arrepia quando se reconhece no outro.

Quando vê esperança. Quando sente que não está sozinho.

E foi isso que meu amigo entendeu…

Mesmo sendo semi analfabeto, ele estudou os fundamentos da persuasão, da emoção, do desejo humano…

E começou a vender.

No início, nem escrevia. Só narrava. Outros escreviam por ele…

Claro, depois estudou escrita. E quando pegou o ritmo, ele mesmo escrevia e passava por um corretor automático.

Mas a copy era dele. O sentimento era dele.

E os milhões que ele fez… também.

Você não precisa escrever bem.

Você precisa aprender a fazer as pessoas sentirem.

O resto… é técnica. E técnica, qualquer um aprende.

E é isso que eu quero te mostrar.

No dia 25 desse mês, vou dar uma aula gratuita sobre como trabalhar a sensibilidade das palavras, e você entenderá de vez o porque é muito, mas muito mais poderoso do que focar só na parte técnica da coisa.

Apenas com essa aula, sua cabeça já vai fazer um “boom”.

E claro, se você não quiser acompanhar as outras aulas, se não quiser comprar meu curso depois… tranquilo.

Não vou correr atrás de você como um maluco. Não tenho tempo pra isso.

Mas se você minimamente entende a importância da emoção em uma copy…

Perder essa aula pode ser a maior burrada que você vai cometer esse ano.

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