Copy em texto feito por Eugene Schwartz. Neste anúncio, Eugene apresentava de uma maneira interessante um travesseiro criado por uma especialista em saúde muito conhecida nos Estados Unidos, na década de 1971, chamada Gertrude Enelow.
Este copy é um grande exemplo de como você pode criar uma narrativa totalmente nova em um produto simples e comum. O travesseiro criado por Gertrude era apenas uma variação de outros tipos de travesseiros, com algumas pequenas diferenças que provavelmente poderiam dar um melhor resultado no sono.
Mas com poucas palavras, Eugene conseguiu dar uma proporção completamente maior para aquele produto. Ele parece ser a solução absoluta para pessoas com insônia, e transforma aquele produto em algo essencial. Ao final da leitura, você simplesmente quer ter aquele produto o quanto antes.
O travesseiro aparentemente foi um grande fracasso, pois praticamente não há registros sobre ele. E a criadora, apesar de ter patenteado o modelo do travesseiro, continuou sua carreira com a escrita de livros e como especialista na área de saúde.
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O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.