Quando os Médicos se “Sentem Podres” – É Isso o Que Eles Fazem!

Autor: Artie McGovern | Nicho: Fitness e Saúde | Tipo: Texto | Ano: 1936

Informações

Copy de 1936, para o livro de Artie McGovern no nicho de Saúde e Fitness

A headline “When Doctors ‘Feel Rotten’ – This Is What They Do”, é considerada uma das “100 boas headlines de publicidade […]” por Victor Schwab:

Qual é o segredo do sucesso deste conhecido anúncio? Primeiro: a sugestão de um paradoxo. Raramente pensamos que os próprios médicos têm problemas de saúde. E quando tem, o que fazem a respeito é informação “direto da boca do cavalo”; carrega uma nota de autoridade e maior garantia de “recompensa pela leitura”. Observe a promessa positiva de recompensa em “Isto é o Que Eles Fazem”.

Além disso, o uso do coloquialismo descarado “se sentem podres” chama a atenção, soa humano, natural. Tem valor surpresa — já que o vocabulário dos anúncios tem certa mesmice. Muitas headlines não conseguem deter os leitores porque seu vocabulário é muito banal. Nenhuma palavra ou frase contém qualquer elemento surpresa que chame a atenção, nenhuma palavra, expressão ou ideia que não seja comumente usada ou esperada na headline de um anúncio. Este anúncio obteve apenas metade do número de respostas quando foi feito um teste alterando “Quando Os Médicos se Sentem Podres” para “Quando os Médicos Não se Sentem à Altura”.


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O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.

O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.

O autor então oferece uma nova visão.

O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.

Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.

Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.

O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.

Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.

A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.

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