Copy em texto feito para a empresa “Bottom Line Personal”, com a famosa headline “What Never… Ever To Eat On An Airplane!”.
Ele foi distribuido em formato de carta e é amplamente reconhecido por ter originado o conceito de “fascinação” no mundo do copywriting.
Fascinações são essencialmente breves descrições e tópicos destacados que revelam uma gama de benefícios pequenos, porém impactantes, de um produto ou serviço.
A eficácia dessas fascinações reside na sua diversidade – elas oferecem uma mistura atraente de vantagens variadas para cativar um amplo espectro de interesses dos consumidores.
No entanto, além da variedade, elas são estrategicamente projetadas para despertar a curiosidade do leitor, enquanto prometem resolver problemas comuns e persistentes.
Elas também visam infundir esperança, oferecendo soluções práticas e benéficas, um elemento crucial para tornar as mensagens extensas mais atraentes e eficazes. Este método de comunicação não apenas capta a atenção do público-alvo, mas também os mantém envolvidos, aumentando a probabilidade de conversão e retenção.
Você pode ver outros exemplos similares em cartas de Gary Halbert, que frequentemente usava essa técnica em seus anúncios.
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No começo da copy, fiquei pensando: “Onde ele quer chegar? Qual será o produto?”
Mas, quando ele explica que não é bom para os negócios que os clientes tenham acesso a certas informações, eu encontrei a resposta.
“Com certeza ele vai vender alguma assinatura baseada em informações ‘privilegiadas’.”
Dito e feito.
É muito interessante observar como o copywriter faz uma transição suave das informações iniciais, que muitas vezes nem eram o que o leitor estava procurando, até chegar à oferta.
Isso que é empilhamento de benefícios.