Copy de 1940 por Spencer Individually Designed Corsets. Considerado por Victor Schwab como uma das 100 melhores headlines:
A palavra “bulges” (excessos ou pneuzinhos) é impactante, já que não é comum no vocabulário publicitário. Um apelo duplo: a promessa de eliminar uma condição indesejada e, ainda por cima, economizar dinheiro.
– Victor Schwab
O copy aborda um problema comum de forma direta, utilizando uma estrutura que primeiro identifica desafios específicos relacionados à aparência feminina, para logo depois apresentar uma solução prática.
A narrativa é concisa, focando simplesmente na eficácia e nos benefícios do produto sem se perder em detalhes desnecessários. Destacando principalmente a funcionalidade e os benefícios duradouros.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.