Copy em texto para um anúncio dos produtos de Oleda Baker, feito por Eugene Schwartz na década de 1970. Essa campanha teve diversas versões e foi veiculada em importantes jornais e revistas nos Estados Unidos e na Inglaterra por cerca de quatro décadas.
A escrita de Eugene aqui enfatiza os resultados obtidos pela especialista que representa o produto. Ela é apresentada como uma “vitrine humana”, demonstrando não apenas a funcionalidade do produto, mas também seu desenvolvimento e aperfeiçoamento pela própria Oleda Baker antes de ser oferecido ao público.
Oleda é uma renomada modelo e autora de mais de 10 livros sobre saúde e beleza, além de ter alcançado grande sucesso com produtos para rejuvenescimento da pele e cabelos.
Eugene Schwartz foi o principal responsável pelos anúncios de maior alcance nas campanhas dos produtos de Oleda, resultando em mais de 60.000 unidades vendidas.
Atualmente, aos 89 anos de idade, Oleda tornou-se uma talentosa praticante de marketing de resposta direta, graças à oportunidade de aprender diretamente com Eugene Schwartz.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.