Copy da Power Line, aplicado em uma VSL curta apresentada por Brooke Burke, que é uma personalidade da TV americana, ex-modelo e figura pública com forte autoridade no tema saúde e bem-estar.
O copy é direcionado a mulheres a partir dos 40 anos que começam a perceber flacidez, perda de firmeza e mudanças corporais associadas ao envelhecimento, menopausa e queda hormonal.
Podemos notar que o copy faz um reposicionamento do problema: em vez de “falta de disciplina”, “idade” ou “sedentarismo”, a causa central passa a ser deficiência proteica específica, algo invisível, técnico e fora do radar da maioria das mulheres.
A narrativa começa com vulnerabilidade real, não estética: câncer, doenças autoimunes, maternidade, menopausa. Isso cria empatia profunda antes mesmo de o “problema principal” ser apresentado.
O copy avança então para um conteúdo educacional disfarçado, usando a estrutura de “quebra de mitos” sobre proteína. Isso é essencial para baixar a guarda de quem assiste. A sensação é de estar aprendendo algo importante, não de estar diante de um anúncio.
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As pessoas também perguntam
Podemos considerar que se trata de um copy em transição do nível 3 (consciente da solução) para o nível 4 (consciente do produto).
O público-alvo aqui já sabe o que quer, mas não sabe qual produto específico resolverá seu problema de forma eficaz.
Eles já passaram pelos estágios de entender o problema (flacidez, mudanças hormonais) e conhecem soluções genéricas (dietas, exercícios, outras proteínas), mas agora estão em busca da solução certa, do produto definitivo.
O copy foca em diferenciar esta proteína específica de tudo que já existe no mercado, posicionando como a escolha ideal e cientificamente superior.
Frustração e desesperança transformada em esperança.
O copy começa explorando uma frustração profunda e uma sensação de desesperança (“isso é o que acontece com as mulheres na casa dos 50”, “já tentei de tudo”).
A emoção dominante que o autor canaliza e promete resolver é a frustração de se esforçar (com dietas e exercícios) e não ver resultados, somada à resignação imposta pela idade.
O tom então se transforma em esperança e empoderamento, oferecendo não apenas um produto, mas uma nova crença: “você não precisa aceitar isso”.
O mecanismo do problema pode ser considerado a “Armadilha Metabólica” da idade. O copy apresenta um mecanismo fisiológico duplo que cria essa armadilha, tornando a solução convencional, comer mais proteína através dos alimentos, muito ineficaz.
Já o mecanismo da solução é a “Chave Metabólica”. A solução proposta não é simplesmente “mais proteína”, mas sim um produto que entrega, de forma conveniente, a quantidade ideal que o corpo precisa por dia, sem exigir quantidades inviáveis de consumo alimentar.
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