Um copy aplicado em formato de advertorial. Advertorial são conhecidos para geração de tráfego em um funil ou uma carta de vendas.
Geralmente um advertorial carrega o modelo de artigo, como se fosse uma notícia de um site ou blog. Mas o objetivo principal dele é preparar o leitor para o próximo passo.
Dependendo do nicho ou do assunto, essa técnica pode ser muito eficaz para qualificar o seu público, considerando o fato que você vai prepará-lo para o que virá pela frente. Ou seja, estarão ligeiramente mais consientes do que você tem a dizer.
Nem todos os nichos e campanhas tem espaço para este modelo de advertorial, mas é algo que pode funcionar muito bem se for bem aplicado em um fluxo de campanha, seja para venda direta ou para geração de lead.
Você pode ver a versão em vídeo (VSL) dessa campanha, clicando aqui.
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O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.