Anúncio em vídeo para o YouTube, o autor faz a sua quebra de padrão com a chamada “Se você quer trabalhar das 9 às 17h pelo resto da vida…”, e faz um gancho com o que vai oferecer.
Após 50 segundos de anúncio, ele muda de cenário para um modelo parecido com uma mini aula. Se a pessoa passou desse tempo do anúncio mas ainda não executou nenhuma ação, talvez seja uma boa oportunidade para aumentar seu nível de conhecimento sobre o produto, o autor faz isso durante o restante da duração do anúncio, que é relativamente longo (3 minutos) para a média.
Ao final do vídeo é possível ver ele citar 3 elementos que pode ensinar para que a pessoa consiga ter os resultados que ele comenta durante o vídeo. No entanto, ele usa apenas os nomes dos elementos, sem dar muitos detalhes, o que provoca curiosidade e interesse. Logo em seguida, encerrando com depoimentos (prova social) e uma contagem destacando o call to action.
O anúncio leva para a página de captação que pode ser vista clicando aqui Max Tornow – Mentoria.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.