Copy em texto da campanha “O Fim Da América” (The End Of America), da Stansberry Research. Esse é o copy mais famoso do copywriter Mike Palmer, head de copy na empresa.
Esse copy é uma das principais referências para a versão feita pela Empiricus, para o público no Brasil, chamada de “O Fim do Brasil”. Essa foi uma das campanhas responsáveis por mudar o rumo da empresa em definitivo no mercado nacional.
O que temos aqui é um dos exemplos de copy mais fortes da era moderna e cada parágrafo é amarrado minuciosamente, garantindo que não há espaço para abandono. Um grande exemplo de estruturação de uma carta de vendas.
Eu recomendo que você leia o artigo “Os 13 mandamentos dos copywriters da Stansberry Research“. Com diretrizes usadas pelos copywriters dessa casa de análise dos EUA, que é uma das principais em seu nicho.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.