Ninguém mais lê copy longo. Aqui está o porquê.

Autor: Neil French | Nicho: Marketing | Tipo: Texto

Informações

Copy em texto escrito por Neil French, um famoso executivo inglês do mercado de publicidade.

French é uma lenda no mundo da publicidade “criativa”. Ele foi diretor criativo mundial do grupo WPP, proprietário da Ogilvy & Mather e da Young & Rubicam, entre muitas outras importantes agências de publicidade e relações públicas.

Sobre o copy, é uma leitura particularmente boa, apesar de difícil e às vezes embolada. Só para ficar claro, visualmente, este anúncio foi apresentado sem imagem, texto serifado em preto sobre fundo branco. Foi escrito para parecer um artigo nos jornais onde foi publicado.

O autor explora o uso de ironia para chamar atenção do seu texto. A headline “Nobody Reads Long Copy Any More. Here’s Why” é provocativa e pode ser adaptada para outros cenários, como descrito na primeira dica.

Nem todos os pontos fazem sentido para o mercado atual, mas o fundamento permanece: as pessoas lerão seu copy se ele for interessante, não importa o tamanho dele.


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O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.

O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.

O autor então oferece uma nova visão.

O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.

Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.

Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.

O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.

Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.

A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.

Tradução

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