A headline “Often a Bridesmaid But Never a Bride” faz parte da seleção de 100 melhores headlines segundo Victor Schwab.
Esse texto faz parte de uma famosa campanha da marca Listerine da década de 20, cujo objetivo era aumentar a conscientização sobre problemas bucais. Naturalmente, simplesmente criar anúncios alertando sobre mau hálito e como resolvê-lo não seria interessante o suficiente.
Por esse motivo, os anúncios seguiam uma estrutura destacando o drama de mulheres que sempre eram convidadas para casamentos, mas nunca casavam, e um dos motivos poderia ser um inimigo silencioso: o mau hálito.
No artigo: “A história da madrinha de casamento com hálito tão ruim que triplicou as vendas da Listerine“, você pode ver a história completa.
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As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.