Copy em texto feito para a empresa “Bottom Line Personal”, com a famosa headline “What Never… Ever To Eat On An Airplane!”.
Ele foi distribuido em formato de carta e é amplamente reconhecido por ter originado o conceito de “fascinação” no mundo do copywriting.
Fascinações são essencialmente breves descrições e tópicos destacados que revelam uma gama de benefícios pequenos, porém impactantes, de um produto ou serviço.
A eficácia dessas fascinações reside na sua diversidade – elas oferecem uma mistura atraente de vantagens variadas para cativar um amplo espectro de interesses dos consumidores.
No entanto, além da variedade, elas são estrategicamente projetadas para despertar a curiosidade do leitor, enquanto prometem resolver problemas comuns e persistentes.
Elas também visam infundir esperança, oferecendo soluções práticas e benéficas, um elemento crucial para tornar as mensagens extensas mais atraentes e eficazes. Este método de comunicação não apenas capta a atenção do público-alvo, mas também os mantém envolvidos, aumentando a probabilidade de conversão e retenção.
Você pode ver outros exemplos similares em cartas de Gary Halbert, que frequentemente usava essa técnica em seus anúncios.
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As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.