Copy para um anúncio do Instituto de Leitura Evelyn Wood: Evelyn foi uma educadora americana que desenvolveu seu próprio método de leitura rápida e dinâmica.
A técnica do seu método, chamado “Reading Dynamics”, consistia no uso da mão como um marcapasso, enquanto os olhos seguiam um rápido movimento em zigue-zague em cada página.
Em 1959, ela abriu seu próprio instituto, que se tornou um grande sucesso no país, com mais de meio milhão de alunos em mais de 150 franquias espalhadas pelos Estados Unidos.
O copy “Stop Reading As They Did 100 Years Ago” divulga o instituto de maneira provocativa, gerando uma reflexão no leitor ao sugerir que ele pode estar fazendo algo importante, mas de forma ultrapassada, enquanto outras pessoas estão à frente por conhecerem este novo método.
As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.