Trecho de um anúncio em formato de magalog, criado por Clayton Makepeace para a Weiss Ratings, uma empresa de análise financeira nos Estados Unidos.
Fundada em 1971 pelo Dr. Martin Weiss, a instituição é representada no anúncio com a presença do próprio fundador, acompanhado de elementos que reforçam sua autoridade no mercado.
Magalogs (uma junção de “magazine” e “catalog”) eram publicações que combinavam características de revistas (magazines) e catálogos de produtos. Popularizados nos anos 1980 e 1990, principalmente em indústrias como saúde, bem-estar, suplementos e serviços financeiros, os magalogs eram usados como uma poderosa ferramenta de direct response para vender produtos ou serviços.
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O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.