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Eu estava em casa assistindo ao meu filme favorito, mas de repente escutei minha tia me gritar: ‘Sanny, corra e tire as roupas do varal agora, de pressa!’ Meu coração acelerou. Corri o mais rápido possível porque eu sabia que, se eu demorasse mais um minuto, as roupas iam ficar ensopadas
Saí tranquilamente pela manhã para trabalhar, mas quando voltei no fim da tarde – precisei vir correndo por causa das gotas d’água caindo sobre a minha cabeça.
Quando estava me arrumando para dar uma volta no shopping, estava um sol de rachar. Decidi colocar um short e uma bata de alcinha, bem fresca. Chamei o Uber e depois de 15 minutos no carro… o meu coração disparou! Saí do carro e corri para entrar o mais rápido possível no shopping. Parecia que o mundo estava caindo sobre mim – e é claro que nem preciso comentar que não passou pela minha cabeça levar um guarda-chuva.
“Tive que parar o carro no acostamento, não estava conseguindo enxergar, mesmo com os para-brisas no máximo”
“Saímos cada um com o seu guarda chuva e não foi o suficiente para impedir que ficássemos ensopados”
“Esqueça as roupas no varal, já estão encharcadas e você ainda poderia se resfriar”
Que vídeo bom! Quase infarto para saber o conteúdo da caixa. Fiquei presa os oito minutos, do íncio ao fim da história!
Lá vai mais um exercício e agora com a mente bem fértil. Mas aconteceu comigo.
Estávamos dentro do Corolla, os vidros fechados, tentando ignorar a tempestade lá fora.
A estrada tinha desaparecido sob uma cortina cinza, enquanto o para-brisa lutava em vão para abrir caminho entre a neblina.
Os vidros logo começaram a embaçar, e podíamos sentir a tensão no ar, aquele cheiro úmido e frio que nos avisava que algo estava errado.
Queríamos apenas chegar em segurança. O tapete já estava encharcado, e a água subia, cobrindo nossos pés, espalhando um frio que subia pelos ossos.
De repente, o carro inteiro pareceu estremecer, uma corrente inesperada nos rodeou e tornou impossível saber o que estava à nossa volta.
Tentamos abrir as portas do carro, e o vento e a água invadiram, tomando conta de tudo.
Saímos, metade submersos, sentindo a força da corrente nos puxar para frente.
O carro ficou para trás, e nós, apegados apenas à sensação de impotência, de perder tudo em segundos.
Foram quase três horas até o guincho chegar, mas parecia uma eternidade. O carro ficou submerso, engolido pela tempestade.
O que era para ser um sábado divertido num dia nublado virou uma lembrança de roupas ensopadas, o som do guincho e a sensação de que, naquela tarde, fomos nós que quase afundamos junto com o carro.
E pasmem, essa história é real.
Eu havia me esquecido que tinha comprado um carro conversível, por isso nem olhei a previsão do tempo… tomei um susto quando fui sair e o carro estava parecendo um piscina…
“Era uma tarde nublada, estava trancado em casa, onde escutava o assobio do vento transpassando pelas janelas e um ar gelado. Lá fora o céu parecia estar caindo em milhões de pedaços numa melodia e ritmo que acalmam a mente e o corpo.”
Em um dia não ensolarado, fiquei completamente molhado só em atravessar a rua, o que era estranho, pois não estava a suar.
“Eu estava completamente distraído do lado de fora, havia passado horas lendo um livro maravilhoso de romance…
Até que senti minhas pernas molhadas e percebi gotejos. O clima estava ficando nublado e o céu se fechando.”
“Em um dia nublado, fui assistir um filme da tarde, quando comecei a escutar forte sons de água ”
Eu estava completamente imerso assistindo minha novela, mas quando eu olhei para janela, tive que sair correndo para tirar as roupas do varal.