Copy de 1933, para o nicho de Emagrecimento e Estética & Beleza.
Faz conexão entre a oferta do produto e a elegância das estrelas de cinema época. Sua headline, considerada uma das “100 boas headlines de publicidade […]” por Victor Schwab instiga esse desejo e a curiosidade em como alcança-lo:
“Quem não quer? Exceto os homens — e este anúncio bem-sucedido e divertido não é direcionado a eles. ‘Quem mais’ também tem uma conotação de ‘juntar-se à festa’: não ‘Pode ser feito?’ mas ‘Quem mais quer ter isso?'”
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As pessoas também perguntam
O copy é direcionado para um público que já sente que algo está errado, como o avanço incontrolável da IA e seus possíveis impactos no emprego, na economia e nos investimentos.
O leitor entende que existe uma ameaça, mas ainda não conhece a solução ou o produto que pode proteger ou fazer ele prosperar diante desse cenário de caos.
O autor então oferece uma nova visão.
O texto utiliza medo como emoção base: medo de perder o emprego, de ficar de fora da nova revolução da IA, de estar despreparado para uma crise iminente.
Esse medo é intensificado com frases como: “Milhões de demissões”, “Filas de pão” ou “O chip aterrorizante”.
Depois, ganância e curiosidade entram como antídotos emocionais.
O mecanismo único do problema é apresentado como a causa invisível e inevitável por trás de uma revolução que está prestes a ocorrer no mercado — e que, se ignorada, levará o leitor ao prejuízo.
Já o mecanismo único da solucão é o produto sendo colocado com uma nova oportunidade. A crise não é apenas uma ameaça: é uma chance de enriquecer se o leitor agir antes da massa.
A solução não é um produto, e sim acesso à informação privilegiada.