Ontem à noite, assistindo a uma reportagem sobre animais marinhos prestes à extinção, uma cena simples me paralisou.
A repórter, deitada no gelo, disse: “A gente parou de ouvir a natureza... está tudo tão acelerado que esquecemos de contemplar.”
E agora lendo essa carta de Eugene, algo me bateu como um soco silencioso: será que não fazemos o mesmo com nossas próprias ideias?
Vivemos num barulho constante — de promessas, de metas, de feeds rolando sem parar.
Eugene Schwartz foi bem cirúrgico em suas palavras:
“O copywriter que vende é o que sabe ouvir...”
Não é só ouvir o mercado. É ouvir o silêncio entre os pensamentos. É saber quando parar... para criar.
Porque as boas ideias não gritam. Elas sussurram.
Só que, se sua mente estiver ocupada demais... você nunca vai ouvir.
É isso.
A headline chama muito a atenção desperta o interesse em querer saber sobre o que fala no anúncio.
Irado!
O simples que funciona. É tão impressionante ver que ele transformou algo simples, um travesseiro, em algo fascinante, que mesmo que seja "besta" é genial ao mesmo tempo.
A forma que ele coloca "você precisa ler isso", quando cita as páginas onde está o conteúdo, é genial.
Copy que parece um amigo falando de um assunto que você sabe que ele entende muito. Esse é o alvo a ser conquistado como profissional.
Muito bom, Bruno! Curioso pela edição #9.
Meu próximo nicho!
Excelente todo o conteúdo.
O ouro está aqui.
Copy com sutil soberba e apelo ao ego. Muito bom.
A corrida pelo dinheiro e sucesso, coloca muitas pessoas cegas e surdas. A ponto de esquecendo um principal ensinamento que é "quem fala primeiro perde." Antes de querermos ser ouvidos, precisamos ouvir... A verdade é que a venda é sobre o cliente e, como iremos tocar no bolso dele sem antes tocar no emocional?
O bom vendedor é aquele que escuta mais do que pergunta.
Bruno, bom dia! Gostei demais dessas análises. Isso me ajudou bastante, até porque sempre busco bons ganchos no Tiktok para escrever os anúncios.
Essa copy tem uma abertura bem agressiva. Cria um cenário emocional intenso. O público entra em modo sobrevivência. Se o prospect não tomar a decisão naquele momento vai perder algo irrecuperável no futuro. Apesar de alguns exageros, a copy tem ótimos argumentos.
Ontem à noite, assistindo a uma reportagem sobre animais marinhos prestes à extinção, uma cena simples me paralisou. A repórter, deitada no gelo, disse: “A gente parou de ouvir a natureza... está tudo tão acelerado que esquecemos de contemplar.” E agora lendo essa carta de Eugene, algo me bateu como um soco silencioso: será que não fazemos o mesmo com nossas próprias ideias? Vivemos num barulho constante — de promessas, de metas, de feeds rolando sem parar. Eugene Schwartz foi bem cirúrgico em suas palavras: “O copywriter que vende é o que sabe ouvir...” Não é só ouvir o mercado. É ouvir o silêncio entre os pensamentos. É saber quando parar... para criar. Porque as boas ideias não gritam. Elas sussurram. Só que, se sua mente estiver ocupada demais... você nunca vai ouvir. É isso.
Aula incrível de útil. Essa "árvore" é uma engrenagem de probabilidades para descobrir os melhores criativos ou mesmo recriar um, a partir dos "piores" criativos, e retraçar a estratégia de alcance/escala. Não é à toa que o cara era do Exército rs Obrigada, Kobata e, mais ainda, ao Bruno por ter gerado essa oportunidade!
Muito bom o anúncio, cria uma excluvidade no leitor apenas alguns homens pode fazer parte. Gera desejo no público top.
Por que parou? Parou por quê? Não vai completar as 100 melhores headlines da história, segundo Victor Schwab? Vamos lá....Faltam apenas 30!!
Excelente, várias ideias aqui na cabeça. Parabéns.
Gostei desse e-mail, tinha tanto conhecimento que o Brunão fez questão de comentar em quase todas as partes, mas o principal pra mim foi o Reframing (não conhecia esse termo antes) e agora vou estudar mais sobre isso.
Bruno, amei essa copy e os bullets, já anotei alguns aqui para minha copy de hoje. Estava com saudade daqui.
"Quanto mais resultado eu gero, mais eu sou pago" - Ouro puro! Eu vejo muitas pessoas pensando em como captar mais clientes, mas não vejo ninguém pensando em como ser útil para o outro. Eu participei ao vivo dessa aula, mas tive que ver de novo para pegar todos os insights que o Brunão deu.
Tão simples, mas tão complexa... Ogilvy conhece tão bem o público e tão bem o produto que consegue construir uma narrativa rica em detalhes e atinge na "alma" do lead. Ele não precisa falar o que o produto faz, ele mostra. Ele não fala "Este creme deixa a sua pele jovem", ele prova "Um hormônio que testei por mais de 20 anos deixa a sua pele mais jovem e há evidências disso, veja..." Com Ogilvy eu aprendi esta lição: não fale o que o produto faz, mostre. Mostrar como ele faz para satisfazer o desejo e resolver a dor é mais valioso do que falar o que ele faz.
Show! Gosto muito desse assunto, por que muitas pessoas dão respostas vagas quando perguntamos o que elas querem para si mesmas, mas eu acredito muito que grandes vencedores já tinham em mente o que queriam, mesmo que demorasse.
Muito bom! Ele é um dos únicos copywriters que vi falar sobre o poder do subconsciente, a quem se interessar pesquisem sobre Neville Goddard, é um dos autores que o Peter Kell cita também no podcast do Vturb.