Nessa copy de 1933, já podemos observar o quão sofisticado era o mercado da época. No hook (“Quem quer um corpinho de estrela?”), o autor gera curiosidade no leitor e, ao mesmo tempo, o qualifica. Ele usa uma tendência que fazia muito sucesso na época, que é o cinema. Após a recessão de 1929, o cinema foi usado como uma forma de escapismo social.
Para dar mais credibilidade à copy, o autor, de forma simples, faz uma explicação técnica sobre por que o seu produto funciona e, depois, introduz o seu mecanismo único: Dehydrol.
Como prova, ele usa elementos numéricos, prometendo perder 3 quilos em 12 dias, e ainda garante que, se a pessoa não tiver resultados em 3 semanas, ela poderá pedir o reembolso.
Naquela época, o “black” já reinava! rsrsrsrsrrs
5/5
O "Fool stunt" na headline traz a sensação de descoberta por acidente, é como se ele falasse: "Olha aqui como essa coisa boba me fez ganhar $10,000 por ano (por acidente, descobri isso: a habilidade de vendas é a mais rentável do mundo)". Brilha os olhos de qualquer um, por que se ajustar US$10,000 de 1921 para inflação de hoje daria US$ 187.140, o que é bemmm acima da média. Gostei de como ele trouxe na mensagem que qualquer pessoa comum, mesmo que não tenha nascido com o ‘dom da palavra’ ainda sim pode aprender a vender, e ganhar mais dinheiro mesmo tendo vindo de profissões normais como "bombeiro" e "trabalhador ferroviário".
O autor utiliza, desde o início da copy, o gatilho da autoridade ao citar Elon Musk, uma figura pública altamente reconhecida, e o Dr. Peter Diamandis, apresentado por meio de sua formação acadêmica, estudos em genética molecular e premiações. Essas duas autoridades criam uma forte percepção de credibilidade e ajudam a reduzir uma das principais objeções do público: “Será que isso realmente funciona?”
Esse anuncio é a pura arte da persuasão. Cada segundo de silencio é intencional, cada "gracinha" foi colocada no lugar onde deveria estar. E o final, "Já clicou". Me pegou de surpresa ein kk. Muito bom.
A psicologia humana é fascinante. Eu já havia percebido que a maioria das notícias dos jornais eram ruins. Agora seu o motivo. O cérebro tende a focar no negativo e no contraditório, por isso "O proibido é mais gostoso" tem um fundo de verdade psicológica. Esse artigo abriu meus olhos para um conceito poderoso, que antes era oculto aos meus olhos. Muito bom, não vejo a hora de poder usá-lo em meus copys.
A headline chama minha atenção, ela cria uma dúvida na cabeça de quem está lendo: "Será que eu tenho também esse dom?", logo abaixo ele reforça "Muitos homens se privam do sucesso..." por não saberem usar esse dom. Naturalmente faz com que o prospect pense que talvez não saber usar esse dom pode ser o que tem o impedido de se sentir mais satisfeito em diversas áreas da vida, não só a profissional. É coringa falar sobre comunicação por que ela realmente pode afetar positivamente diversas áreas da vida. Por abranger muitas áreas, se em apenas uma delas o prospect estiver insatisfeito ele já morde a isca, e acaba criando motivo para pedir o livro. Pura psicologia esse copy. Gostei.
Identifiquei alguns elementos dessa copy: Promessa: Existem benefícios e possibilidades da Previdência Social que muitas pessoas desconhecem e que podem ser relevantes tanto para aposentados quanto para pessoas que ainda não se aposentaram. Mecanismo: Essas informações estão reunidas em um livro. Oferta: O livro custa apenas $3.
Ela trouxe no começo do copy, "Você sabe, aquela coisa dos “gurus” masculinos:" Isso já mostrou logo de início para o prospect de que o que ela tinha pra falar era totalmente ao contrário do que geralmente os gurus masculinos falam, isso cria a oposição. Diferencia ela dos demais. Outra parte que me chamou atenção também foi "A MELHOR amiga que você já teve,". Isso cria uma certa empatia e comprometimento com o prospect, "Poxa, agora eu tenho uma amiga mulher que vai me ajudar a entender melhor como as mulheres funcionam", "Não quero decepcionar ela, vou tirar um tempo para ver o vídeo sim”. No processo de vendas uma das coisas que você precisa criar além do rapport (identificação) é o senso de comprometimento. Assumir a venda sabendo que a pessoa está comprometida a participar do seu workshop, webinario ou seja lá qual for sua estratégia para fazer grana. Depois de toda essa jornada, o prospect já estará pronto para comprar e o fechamento da venda acontece naturalmente. Gostei do copy, vou usá-lo de referência.
Eu ainda não conhecia esse tal de viés da negatividade. Esse copy me apresentou ele, e a partir de hoje vou começar a notá-lo em outros copys também. A headline "Isso provavelmente não é para você…" realmente induz a pensar "quem esse cara tá pensando que é pra falar o que é pra mim e o que não é?". A pessoa que cair nessa armadilha psicológica com toda certeza vai continuar lendo pra fechar o lapso que foi aberto ao questionar a headline. Isso é persuasão de verdade.
Muito bom, consegui reviver diversas memórias que tive ao ler o livro "Ogilvy on Advertising". Um case que me marcou bastante nesse livro foi sobre o poder que um copy pode ter na sociedade. Pensa só, ele teve o poder de influenciar o aumento do turismo e economia no Puerto Rico na década de 50, isso gerou empregos e trouxe infra-estrutura para região. O copy dele conseguiu de verdade impactar positivamente a vida de milhares de pessoas, serve de inspiração pra mim. Sempre ao criar uma copy eu penso em como posso impactar positivamente a vida das pessoas, por menor que seja a mudança. A venda pela venda nunca fez sentido, gosto de trazer empatia e emoções na minha copy. Me sinto responsável pelo o que escrevo, por isso dou meu melhor.
Excelente conteúdo! Concerteza irei consulta-lo várias vezes para ter ideias ao escrever headlines.
"Para Homens Que Querem Parar de Trabalhar Um Dia" me chama atenção, pois me identifico com esse público. Faço parte daqueles que realmente pensam no futuro e longo prazo. Não só a headline já específica com quem ele está falando, mas no final do copy também reforça: "não para falidos, não para pessoas que não conseguem pagar as contas, mas para pessoas trabalhadoras e voltadas para o futuro, que sabem o que querem e estão prontas para fazer planos definidos para conseguir." que seria justamente o melhor público possível para ler o livro "Como Conseguir as Coisas Que Você Quer" e fazer um plano de aposentadoria com a Phoenix. Seria o cliente mais lucrativo, que mais traz consistência e LTV. Gostei como ele trabalhou esses aspectos no copy.
Interessante a forma como é abordado o assunto: "Ouça… observe! Seu cachorro está “falando” com você." Isso induz o prospect a lembrar de várias situações onde o cachorro estava tentando dizer algo para ele. Isso dá aquele "gotcha" na cabeça e faz pensar "e não é que é mesmo?". Esse gotcha inicial faz a pessoa se interessar ainda mais pelo copy para descobrir como ela pode melhorar o relacionamento com seu melhor amigo, o cachorro. Achei muito bom como ele abordou o assunto no copy.
Conteúdo fantástico é uma mistura de conhecimento, inspiração e aplicação para criar novas headlines.
Gostei em como o copy foi estruturado. Headline > Depoimento; Já quebra 3 objeções diferentes logo no início: 1. "É fácil de aprender?" (dificuldade); 2. "Tá, mas quanto isso vai me custar?" (dinheiro); 3. "Vai demorar muito pra eu aprender?" (tempo); Isso já responde muitas perguntas logo no início, fazendo o prospect se manter curioso para ler todo o resto. Imagino como isso poderia ser diferente caso ele colocasse os depoimentos só no final, talvez muitas pessoas mais céticas poderiam acabar nem lendo o copy todo. Isso me mostra que a ordem dos elementos no copy pode fazer toda diferença, a depender do objetivo, do público e do tipo de produto que você está anunciando. Gostei.
Essa foi a primeira vez que ouço falar nesse grande homem que foi o Joe Karbo. A sua história de vida me inspirou ainda mais a focar meus esforços na coisa certa. Tenho certeza que ter conhecido o Joe hoje vai me ajudar muito nessa jornada que comecei há algumas semanas atrás - aprender copy e direct response de perto. A parte que mais me chamou atenção foi: "A ideia que Joe quer passar é que a maioria das pessoas ao tentar escrever um anúncio imediatamente adotam um estilo artificial de escrita, tentam parecer mais inteligentes do que realmente são e acabam desenvolvendo um copy artificial e com ar de “papo de vendedor”." Isso faz total sentido, pois quando mais você tenta fazer algo, mas artificial fica, e as pessoas percebem logo de cara que você quer arrancar algo delas. É aquele negócio: "Anuncio com cara de anuncio"; Sendo que o que devemos focar é o contrário "Anuncio que não tem cara de anuncio". É tão gratificante ver como os conhecimentos que ele passou na década de 70 permanecem relevantes até os dias de hoje. Muito bom o artigo, gostei, me inspirou e inclusive me trouxe ideias de projetos.
Nessa copy de 1933, já podemos observar o quão sofisticado era o mercado da época. No hook (“Quem quer um corpinho de estrela?”), o autor gera curiosidade no leitor e, ao mesmo tempo, o qualifica. Ele usa uma tendência que fazia muito sucesso na época, que é o cinema. Após a recessão de 1929, o cinema foi usado como uma forma de escapismo social. Para dar mais credibilidade à copy, o autor, de forma simples, faz uma explicação técnica sobre por que o seu produto funciona e, depois, introduz o seu mecanismo único: Dehydrol. Como prova, ele usa elementos numéricos, prometendo perder 3 quilos em 12 dias, e ainda garante que, se a pessoa não tiver resultados em 3 semanas, ela poderá pedir o reembolso. Naquela época, o “black” já reinava! rsrsrsrsrrs
A copy explora o cansaço e a impaciência das últimas duas horas de voo e utiliza a economia de tempo como um alívio, podendo o passageiro chegar ao destino com cerca de duas horas de antecedência, com menos cansaço e mais conforto, por meio de um novo serviço aéreo a jato, com a facilidade de “voar agora e pagar depois”.
Essa headline é ouro ein: “Você Pode Sofrer Desta DOENÇA SECRETA Que Torna Milhões De Pessoas Fracas E Cansadas Por Toda A Vida“; Foi o que mais me chamou atenção pois me fez questionar muita coisa: "Nossa, será que minha mãe tem isso?", "Será que minha esposa tem isso?", "Será que eu tenho isso?" Isso atiçou minha curiosidade para ler o resto do conteúdo. O legal é que esse tipo de problema, a hipoglicemia, é tão sutil que pode passar desapercebido por uma vida toda, e ai é onde entra a mágica desse copy conscientizando o prospect sobre o problema, e já trazendo a solução de forma graciosa. Muito bom, gostei.
Big idea: A habilidade de influenciar pessoas é o verdadeiro segredo para o sucesso. E essa mesma habilidade, antes restrita aos grandes líderes, agora pode ser adquirida por qualquer pessoa através do método criado pelo maior especialista no assunto da época: Dale Carnegie.
A copy primeiro aumenta a consciência do problema e o desconforto emocional do leitor. Depois apresenta o produto como um meio de recuperar segurança e controle em situações sociais.
Gostei bastante dessa parte: “Meu marido foi o primeiro a notar e fiquei emocionada” Traz um toque de emoção pro copy, isso conecta bem com o prospect. E também gostei dessa outra parte: “Lembre-se! Você não pode perder dinheiro, mas pode perder anos de sua aparência!” Traz um senso de urgência de forma tão elegante, que reforça que a pessoa perde muito mais não usando o produto, do que usando. Muito bom.
Storytelling envolvente desde o começo; ao ler, imaginei a pequena Judith. Se observarmos bem, essa copy usa a estrutura de storytelling dividida em 3 atos. Ato 1: apresentação do herói ao público (Judith, uma menina alegre e bem-educada). Ato 2: começam a aparecer obstáculos/problemas (a mãe de Judith fala que ela nem sempre foi assim; aos 2 anos, ela passou por uma situação que deixou a mãe bastante triste com a filha). Ato 3: o herói desperta o seu poder total e vence (ao encontrar a The Parent’s Association, ela aprende todas as informações necessárias para controlar sua filha). Para finalizar a copy com nota 10, vem a transição para a oferta, que entra na mente da leitora com provas científicas, o uso de uma superestrutura ao mencionar uma frase de Lincoln e, depois, toca na parte emocional, que é o amor dos pais pelos seus filhos!
O hook muito bem elaborado. No início já seleciona o publico alvo e quebra objeções gerando curiosidade para saber qual é o conselho da esposa para outras esposas.
Duas coisas: 1. Gostei da forma em que ele trabalhou o copy para tirar a culpa do prospect “Claro, não temos culpa porque a natureza nos criou de tal forma que as glândulas sob os braços são mais ativas do que em qualquer outro lugar…” Tratou de forma elegante um assunto tão delicado. 2. Gostei da forma em que ele trabalhou a inconsciência do problema criando dúvidas da cabeça do prospect e logo após já apresentando a solução: "Pode haver nas axilas um odor despercebido por nós mesmos, mas distintamente perceptível para os outros." -> Faz a pessoa pensar -> Será que eu tenho esse problema e as pessoas não me contaram por educação? Genial, você faz a pessoa pensar por conta própria que na verdade ele pode sim ter esse problema. “Mulheres meticulosas que desejam ter certeza absoluta de sua delicadeza descobriram que não podiam confiar em sua própria consciência;” e “Para atender a essa necessidade, um médico formulou Odorono – uma água de toalete perfeitamente inofensiva e deliciosa. ” Ele apresenta de forma graciosa esse produto que resolve um problema tão delicado. Muito bom, gostei.
Esse tipo de copy é uma estratégia utilizada pela empresa Sears, Roebuck and Co., que era a maior empresa de vendas por catálogo da época. Ela usa um funil de duas etapas. A primeira etapa foca na geração de leads e na identificação do público qualificado. A segunda etapa ocorre após o recebimento do livreto gratuito. Com a comprovação do seu valor técnico o leitor recebe a oferta da compra dos 4 volumes da coleção Farm Knowledge.