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A headline desperta curiosidade: "qual seria a condição?". Assim, a leitura flui naturalmente. Os exemplos de homens de sucesso funciona como prova social e traz autoridade. Desperta a vontade daqueles que desejam obter prestígio. Um texto simples, eficiente e que não soa forçado. Vende quase que naturalmente.
É interessante que o storytelling é bem natural e não forçado... Podem tentar inventar o que for, criar nomes e modas novas... o velho e bom copy é insuperável.
Duas coisas chamam muito a atenção nessa peça de copy: a construção da autoridade e o uso das fascinations. Tenho visto era muito comum nessas copies de livro que as fascinations citem diretamente partes do conteúdo para criar a curiosidade e, sobretudo, o prospect perceber que ali tem algo que realmente seja direcionado para ele.
Este conteúdo é ouro... Texto muito bem escrito e super didático. Com toda a certeza esclareceu muito como usar de maneira efetiva fascinations. A ideia da "mentalidade de pesca" abriu a minha mente... De fato, cada palavra numa peça de copy deve ser intencional e com o objetivo de "fiscar" os potenciais clientes.
É muito interessante quando a copy insere a informação de que o autor do livro é ex-agente do FBI. A priori não tem nenhuma relação com o tema, mas insere na narrativa um tom de segredo e descoberta. É uma espécie de acesso a iniciados (que adquirirem o produto).
Que copy boa! Sem dúvidas vai estar na minha pasta de refs, inclusive pesquisei o produto e vi o funil deles. Algo sensacional! Valeu pelo estudo swiper
Ser contraintuitivo é um ponto chave desta copy. Ele começa já contrariando a ideia vigente de que só enriquece quem trabalha... Ele faz uma proposta para enriquecer sendo preguiçoso. Isso por si só é uma sacada de mestre que torna inevitável a leitura do texto para descobrir essa façanha.
O que eu acho bastante importante em copy de finanças é a demonstração, com provas numéricas, sobre os retornos da proposta. Essa peça de copy quebra as objeções de maneira natural e constrói uma linha persuasiva crescente. O leitor praticamente escorrega e, quando percebe, já está convencido de que aquela é a melhor alternativa para ele naquele momento.
A Lead já inicia tocando na dor principal do público-alvo. Quem tem filhos e passa por alguns desses problemas com certeza já seria capturado por essa leitura. Algo que contribui bastante para o sucesso dessa peça pode ser também a diagramação da página: as fotos, a fonte bem chamativa, os subtítulos mais importantes logo na parte de cima. São pontos de conexão com as dores e cativam o leitor.
A lead desperta medo e urgência e ainda traz especificidade: 3 dias. De cara, o leitor quer descobrir como, afinal, vencer a crise. Já é algo que ele sente pelo contexto em que vive, mas a peça de copy traz à tona os elementos para fazer ele trazer a memória e reforçar o medo. Até o próprio nome do evento coaduna com a ideia geral: Um mundo virado de ponta cabeça. É interessante aqui que os elementos de medo são apresentados mas na medida certa, senão acaba gerando uma paralisia no leitor. A peça de copy deve trazer o sentimento de medo à tona para provocar uma ação, não uma paralisia.
É interessante como essa estrutura de copy é atemporal. Em muitos produtos de encapsulados que são vendidos atualmente há a mesma estratégia: um storytelling com prova social e, depois, os benefícios do produto. Isso comprova que copy é baseado no comportamento humano, e o ser humano não mudou tanto assim ao longo desses anos.
Essa copy é uma mostra de que é necessário buscar o pensamento da época, em voga, na mente do lead, para fazer parte da argumentação de vendas. Ela faz uma ponte entre a importância da etiqueta e a ascensão social. E isso desperta uma necessidade sobre o tema.
Essa copy tem uma promessa muito forte e todos os fascinations chamam a atenção por serem direcionadas às dores latentes do lead, utilizando contrastes interessantes. O ponto principal é que ela é basicamente uma lista de itens, com pouca "enrolação".
Bruno, achei essa copy bem legal, o produto é apresentado logo no ínicio. Isso me deixou intrigada. Em particular amo o storytelling. Já colocando o exercício em prática com um nicho voltado para as mulheres. Deixa eu terminar a pesquisa e depois compartilho aqui.
Oi Carlos, tudo bem? Você pode hospedar o seu advertorial onde quiser. Algumas pessoas compram hospedagem própria, outras usam ferramentas tipo a Atomicat para criar as páginas. Sobre a questão do G1, o motivo é que os advertorials costumam se parecer com notícias de jornais, por isso, é comum vermos o copy aplicado em estruturas que remetam visualmente ao jornais. Assim como era feito nas versões impressas, onde os anúncios se disfarçavam de notícias. Sobre a comunidade, temos o nosso grupo no WhatsApp restrito para membros do plano anual. Se quiser, me chama depois e te explico melhor. Abraço!
Eu particularmente gosto muito deste modelo, por ter "espaço" para escrever com folga, poder explorar ângulos do problema/produto. Excelente artigo, obrigado por compartilhar.
A construção do advertorial é bem interessante porque usa o gatilho da curiosidade e da autoridade para conduzir o leitor para uma ação. É interessante que, em momento algum, parece um processo de vendas. Não traz aquela sensação ruim "estão tentando vender para mim" que a maioria não gosta.
Bruno, sensacional esse conteúdo. Já usei muito o método AIDA na minha trajétoria de vendas, no modelo de atendimento presencial.
A pessoa da Oleda traz toda a autoridade para essa peça de copy. Tudo gira em torno dela. Achei muito interessante a construção da garantia. Você realmente acredita que é de graça quase até o último minuto da leitura. É uma aula de naturalidade na construção do texto. É um copy muito persuasivo, mas não é exagerado... soa natural.
Seria legal colocar as cartas dele, já que todas são de dominio público e disonibilizado no site, seria muito legal ter elas organizadas aqui!
Oi Patrícia, tudo bem? Não existe um padrão. Eu gosto de seguir a regra de que o copy deve ter o tamanho que precisa ter. Geralmente eu penso assim... se uma pessoa está no deserto e precisa de água, você apenas oferta "Vende-se água". Já existe a demanda, ela já sabe que precisa daquele produto, então, não preciso explicar nada. Agora, existem os cenários contrários, onde a pessoa está muito distante da ideia e do produto - logo, vou precisar elaborar mais. Se quiser se aprofundar nesse assunto, eu recomendo olhar esse artigo aqui, ele vai te ajudar!
Bruno, boa noite! Nessa copy o texto foi mais curto e direto. O advertoriais tem um limite de palavras para converter melhor? Sempre fico em dúvida quanto a melhor fonte para usar, o tamanho ideal da fonte para uma Headline e texto, e também quanto aos espaçamentos.
Todos nós queremos parar de envelhecer Quem nos promete isso, tem imediatamente nossa atenção. Será? Talvez, sim, mas no caso desse copy, reforçar logo em seguida a autoridade do médico foi uma ótima estratégia para responder o "quem é essa pessoa para dizer isso?" Assim o público sentiu confiança para continuar lendo com interesse Se não tivessem feito isso logo no começo, talvez o público não veria como importante esse papo de antioxidantes poderosos anti envelhecimento
A headline é muito certeira. Já delimita o público e atinge uma dor específica. O fato de ser uma pergunta já atrai a atenção magneticamente.
"Era uma tarde nublada, estava trancado em casa, onde escutava o assobio do vento transpassando pelas janelas e um ar gelado. Lá fora o céu parecia estar caindo em milhões de pedaços numa melodia e ritmo que acalmam a mente e o corpo."